A Aclamação não é apenas uma “introdução” para o padre falar, mas um rito em si mesmo. Segundo a IGMR (nn. 62-63), é o momento em que a assembleia acolhe o Senhor que vai lhe falar, saudando-O e professando sua fé. Por ser uma recepção festiva a Cristo, deve ser feita sempre de pé.
Regras de Ouro:
• O Aleluia: É cantado em todo o tempo litúrgico, com exceção da Quaresma.
• A Quaresma: Neste tempo penitencial, o “Aleluia” é omitido. No seu lugar, canta-se o versículo proposto pelo Lecionário (geralmente uma aclamação como “Louvor e glória a Ti, Senhor”).
• Estrutura: O refrão (Aleluia) é cantado por todos. O versículo, porém, deve ser cantado pelo cantor ou grupo de cantores.
• Cantar ou Omitir: A aclamação é, por natureza, um rito cantado. Se não for cantada, a IGMR permite que seja simplesmente omitida (diferente do Salmo, que deve ser ao menos recitado).
Dicas Práticas para o Músico:
1 – Versículo Bíblico: O versículo que fica entre os “Aleluias” não deve ser uma invenção do músico. Ele deve ser retirado do Lecionário, pois prepara o fiel especificamente para a mensagem do Evangelho daquele dia.
2 – O Momento do Início: O canto deve começar logo após a leitura (ou sequência) e acompanhar o movimento do diácono ou padre em direção ao ambão, especialmente se houver a procissão com o Evangeliário e incenso.
3 – Alegria e Vibração: O Aleluia é uma palavra de júbilo. A melodia deve ser vibrante e envolvente, incentivando toda a assembleia a cantar com entusiasmo.
4 – Instrumental: Use os instrumentos para dar destaque a este momento. Uma breve introdução instrumental pode ajudar a assembleia a se colocar de pé com prontidão e alegria.