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DOMINGO DA PÁSCOA NA RESSURREIÇÃO DO SENHOR
VIGÍLIA PASCAL NA NOITE SANTA
Eis que após guardar o recolhimento junto aos eventos da Paixão do Senhor a Igreja se reúne na expectativa da Mãe de todas as vigílias.
O Missal Romano, p. 274 afirma: “A Vigília desta noite, que é a mais sublime e nobre de todas as Solenidades, seja única em cada igreja.
PRIMEIRA PARTE: CELEBRAÇÃO DA LUZ
BÊNÇÃO DO FOGO E PREPARAÇÃO DO CÍRIO
Segue o rito conforme o Missal Romano, pág 275
O sacerdote acende o círio pascal com fogo novo, dizendo:
A luz do Cristo que ressuscita resplandecente
dissipe as trevas de nosso coração e nossa mente.
Acendimento do Círio Pascal
(melodia do Missal Romano)
PROCISSÃO
À porta da igreja, o diácono para e, erguendo o círio, canta:
D. Eis a luz de Cristo!
T. Demos graças a Deus!
E o sacerdote acende a sua vela no círio pascal.
Em seguida, o diácono prossegue até o meio da igreja e, erguendo o círio, canta de novo:
D. Eis a luz de Cristo!
T. Demos graças a Deus!
Todos acendem suas velas no fogo do círio pascal e prosseguem.
O diácono, ao chegar diante do altar, volta-se para o povo e, erguendo o círio, canta pela terceira vez:
D. Eis a luz de Cristo!
T. Demos graças a Deus!
Em seguida, o diácono coloca o círio pascal no grande candelabro, preparado junto ao ambão ou no centro do presbitério.
E acendem-se as luzes da igreja, exceto as velas do altar.
® Contudo, sugere-se que sejam acesas apenas algumas luzes para a Liturgia da Palavra e a totalidade delas no momento do Glória.
Procede-se na sequência a Proclamação da Páscoa. (Atenção ao texto proposto pelo Missal Romano, seja na versão ampliada ou resumida. Preferencialmente a proclamação da Páscoa seja cantada.)
O diácono ou, na falta dele, o sacerdote incensa, se for o caso, o livro e o círio. Faz a Proclamação da Páscoa, do ambão, ou no púlpito, estando todos de pé e com as velas acesas. Esta proclamação, se necessário, poderá ser feita por cantor que não seja diácono, que omitirá as palavras:
E vós, que estais aqui até o fim do convite, como também a saudação:
O Senhor esteja convosco. A proclamação poderá ser cantada segundo a forma mais breve (Missal Romano, 3ª edição típica, p. 286-293). As Conferências Episcopais poderão adaptar o texto da proclamação, acrescentando-lhe aclamações por parte do povo.
1. Proclamação da Páscoa gregoriano (Melodia do Missal Romano)
2. Proclamação da Páscoa gregoriano (Melodia do Missal Romano – Tutorial)
3. Proclamação da Páscoa gregoriano (Adapt.: Pe José Weber)
4. Exulte de Alegria (Reginaldo Veloso)
5. Exulte o céu e os anjos triunfantes (Melodia tradicional brasileira)
SEGUNDA PARTE: LITURGIA DA PALAVRA
(Missal Romano, p. 294)
“Nesta Vigília, mãe de todas as Vigílias, propõem-se nove leituras: sete do antigo testamento e duas do novo testamento (Epístola e Evangelho). Todas elas devem ser proclamadas, onde for possível, para salvaguardar a índole da Vigília, que exige uma duração prolongada.”
Por graves razões de ordem pastoral, pode-se diminuir o número de leituras do Antigo Testamento, tendo-se, porém, em conta que a leitura da Palavra de Deus é parte fundamental desta Vigília Pascal. Leiam-se pelo menos três leituras do Antigo Testamento, a saber, da Lei e dos profetas e cantem-se os respectivos salmos responsoriais. A leitura do capítulo 14 do livro do Êxodo com seu cântico nunca seja omitida.
Após o Anúncio da Páscoa, apagadas as velas, sentam-se todos.
Após a proclamação de cada leitura, entoa-se o salmo responsorial. E após o salmo, conclui-se cada leitura com seu Oremos correspondente.
Salmo após a 1ª Leitura – Sl 103(104), 1-2a.5-6.10.12.13-14.24.35c (R. 30) |
“Enviai o vosso Espírito, Senhor, e da terra toda a face renovai”.
1. Irmã Miria Kolling
2. Irmã Miria Kolling 2
5. Mosteiro da Ressurreição
6. Paulo Neto
Ou Sl 32(33),4-5.6-7.12-13.20.22 (R. 5b)
“Transborda em toda a terra a sua graça”!
1. Marcela Buback
2. Irmã Miria Kolling
Salmo após a 2ª Leitura – Sl 15(16),5.8.9-10.11 (R. 1a)
“Guardai-me ó Deus, porque em vós me refugio”.
1. Paulo Neto
2. Irmã Miria Kolling
3. Gílson Celerino
4. Mosteiro da Ressurreição
5. Marcela Buback
6. Marcelo Koychi
Salmo após a 3ª Leitura – Ex 15,1-2.3-4.5-6.17-18 (R. 1a)
“Cantemos ao Senhor que fez brilhar a sua glória”.
1. Marcela Buback
2. Paulo Neto
3. Gílson Celerino
4. Mosteiro da Ressurreição
5. Pe. Wenderson Nascimento / Arr: Marcelo Koychi
Salmo após a 4ª Leitura – Sl 29(30),2.4.5-6.11.12a.13b (R. 2a)
“Eu vos exalto, ó Senhor, porque vós me livraste”.
1. Marcelo Koychi
2. Mosteiro da Ressurreição
3. Irmã Miria Kolling e André Zamur
4. Paulo Neto
5. Marcela Buback
Salmo após a 5ª Leitura – Is 12,2-3.4bcd.5-6 (R. 3):
“Com alegria bebereis do manancial da salvação”.
1. Marcela Buback
2. Paulo Neto
3. Irmã Miria Kolling e André Zamur
4. André Zamur
Salmo após a 6ª Leitura – Sl 18B(19),8.9.10.11 (R. Jo 6,68c)
“Senhor, tens palavras de vida eterna”.
1. Marcela Buback
2. Paulo Neto
3. Irmã Miria Kolling
4. Marcelo Koychi
5. Marcelo Koychi 2
6. Irmã Miria Kolling e André Zamur
7. Pe. Joseph Gelineau, SJ
8. Mons. Massimo Palombella
9. Virgilio Solli
Salmo após a 7ª Leitura – Sl 41(42),3.5bcd; 42,3.4 (R. 3a)
“A minh’alma tem sede de Deus”.
1. Paulo Neto
2. Mosteiro da Ressurreição
3. Marcela Buback
4. Marcelo Koychi
5. Irmã Miria Kolling e André Zamur
Depois da última leitura do Antigo Testamento, com seu salmo e sua oração, acendem-se as velas do altar e o sacerdote entoa o hino Glória a Deus nas alturas, que todos cantam, enquanto se tocam os sinos, segundo o costume do lugar. (Missal Romano, 3ª edição típica, p. 297).
Terminado o hino, o sacerdote diz a Coleta como de costume.
Terminada a Epístola, todos se levantam e o sacerdote entoa três vezes solenemente o Aleluia, elevando gradativamente a voz; e todos repetem.
Em seguida, o salmista ou cantor profere o Salmo 117, ao qual o povo responde com o Aleluia.
SUGESTÕES:
1. Canto gregoriano: – 1ª opção (Missal Romano)
2. Canto gregoriano: Mons. Valentino Miserachs – 2ª opção
3. Marcela Buback
4. Paulo Neto
5. Pe. Silvio Milanez (Aleluia) e Canto Gregoriano M. (versículo): Dusan Stefani
6. Marcelo Koychi
7. Marcelo Oliveira
8. Pe. Silvio Milanez
TERCEIRA PARTE: LITURGIA BATISMAL
(Missal Romano, p. 299)
Onde for conveniente e houver a presença de catecúmenos a serem batizados, proceda-se a apresentação dos mesmos e sequencialmente proceda-se com a procissão ao batistério ou à fonte batismal. Enquanto a procissão segue, entoa-se a ladainha. Neste caso, a exortação é feita antes da bênção da água.
Na ladainha, podem-se acrescentar alguns nomes de santos, sobretudo do titular da igreja ou dos padroeiros do lugar e daqueles que serão batizados.
Ladainha – missal Romano
Se não houver batismo e nem bênção da fonte batismal omite-se a ladainha e passa-se à benção da água.
Benção da água Batismal (Missal Romano, p. 302)
O Sacerdote proclama a oração e, ao fim, se for oportuno, mergulha o círio pascal na água uma ou três vezes dizendo: “Nós vos pedimos, ó Pai, que por vosso Filho desça sobre toda esta água a força do Espírito Santo.” e mantendo o Círio na água finaliza a benção, ao que todos respondem Amém. O Sacerdote retira o círio da água, enquanto o povo aclama:
Fontes do Senhor, bendizei o Senhor!
Louvai-o e exaltai-o para sempre!
1. Canto gregoriano
2. Autor desconhecido
3. Pe. Miguel Carneiro
4. Hinário Litúrgico CNBB fascículo 2 – pág. 147
Bênção da água (Missal Romano, p. 306)
Melodia do Missal Romano
52. Se não houver Batismo, nem bênção da fonte batismal, o sacerdote abençoa a água para a aspersão do povo.
Após a renovação das promessas batismais procede-se a aspersão da assembleia reunida enquanto se entoa o canto próprio:
Antífona da Aspersão: (Missal Romano, p. 309 – 310)
Vi a água saindo do lado direito do templo, Aleluia! E todos a quem chega esta água recebem a salvação e proclamam: Aleluia, Aleluia!
Ou
Eu vi, eu vi, vi foi água a manar, do lado direito do templo a jorrar:
R.: Amém, Amém, Amém, Aleluia! Amém, Amém, Amém, Aleluia!
Ou
Banhados em Cristo
1. Vi a água saindo (Pe. António Cartageno)
2. Vi a água saindo (Frei Wanderson, O. Carm.)
3. Vi a água saindo (Monges da Abadia da Ressurreição)
4. Banhados em Cristo (Ione Buyst e Ir. Miria T. Kolling)
5. Eu vi, foi água (Reginaldo Veloso)
QUARTA PARTE: LITURGIA EUCARÍSTICA
(Missal Romano, p. 311)
Antífona de Ofertório: (cf. Sl 118(117),15-16)
A mão direita do Senhor fez maravilhas, a mão direita do Senhor me levantou, não morrerei, mas, ao contrário, viverei para cantar as grandes obras do Senhor! Aleluia!
1. Angelo La Serra
2. Marcelo Koychi
3. Pe. Ney Brasil
Outras opções (hinário da CNBB):
1. Bendito sejas (Pe. José Cândido)
2. Eu creio num mundo novo (Padre Geraldo Pennock)
3. A Terra, apavorada, emudeceu (Frei Joel Postma)
Antífona de Comunhão: (1Cor 5,7-8)
Nosso cordeiro pascal, Cristo, já está imolado. Celebremos a festa, não com velho fermento, mas com pães ázimos de pureza e de verdade, aleluia!
1. Gilson Celerino
2. Dom André Martins, OSB (antifonário do missal)
3. Cantando antífonas
4. Marco Frisina
5. Marcelo Koychi
6. Marcelo Koychi 2
7. Mosteiro da Ressurreição
8. Gilson Celerino
9. Pe. Silvio Milanez
10. Angelo La Serra (Gradual simples)
Outras opções:
1. Cristo Nossa Páscoa foi imolado (M. H. Tolgo / Ivaldo Roque)
2. Antes da morte (Dom Carlos Navarro e Valdeci Farias)
3. Mal começava o domingo (Reginaldo Veloso e Pe. Jocy Rodrigues)
4. Celebremos nossa Páscoa (Série Povo de Deus)
5. Não procureis entre os mortos (Pe. José Weber)
6. Cristo ressuscitou e nós com Ele (Frei Joel Postma)
À despedida, o diácono ou o próprio sacerdote diz:
Ide, em paz, e o Senhor vos acompanhe, Aleluia, Aleluia!
R. Graças a Deus, Aleluia, Aleluia
Sugestões de canto final:
1. Regina caeli (canto gregoriano)
2. Rainha do céu, alegra-te (Pe. José Weber)
3. Rainha dos céus, alegrai-vos (Fr. Acílio Mendes)
4. Aleluia. O nosso cordeiro pascal (canto gregoriano)
5. Ressuscitou, Aleluia (Pe A. Cartageno)